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Arquivo de setembro, 2009

OnCast no TáSafo

16, setembro, 2009

Saiu uma entrevisa que o blog Tá Safo! fez com o Samuel durante o Agile Weekend em Porto Alegre.

Blog Tá Safo!

Blog Tá Safo!

O Samuel respondeu perguntas do tipo:

Quais metodologias e práticas usamos?

O que acontece se o time percebe que não vai conseguir entregar o sprint backlog?

Como são funciona a relação de escopo negociável com os clientes no Dynamic Outsourcing?

Confiram o conteúdo da entrevista.

Ficou muito show! Parabéns Jaime!

Adriano Campestrini Outros

Ser adulto não é perder os prazeres da vida!!!

11, setembro, 2009

Olá gente.

Como todos sabem tenho um blog na Folha de São Paulo e conheço algumas figuras na área da comunicação.

Segue uma mensagem que acabo de receber do Arnaldo Jabor. Tive a oportunidade de conhece-lo há 5 anos quando fiz uma entrevista com ele! (aliás, vou edita-la e disponibiliza-la logo pra vocês).

O cara é realmente bom, tem uma visão crítica, além de ter uma experiencia de vida fantástica e transitar em várias áreas profissionais.

Desejo a todos uma ótima semana, um forte abraço e que sejamos todos muitos felizes…

ser-adulto

Ser adulto não é perder os prazeres da vida!!!

Gente chata essa que quer ser séria, profunda e visceral sempre. Putz!

A vida já é um caos, por que fazermos dela, ainda por cima, um tratado?

Deixe a seriedade para as horas em que ela é inevitável: mortes, separações, dores e afins. No dia-a-dia, pelo amor de Deus, seja idiota!
Ria dos próprios defeitos. E de quem acha defeitos em você.

Pense assim: quem tem que carregar aquela cara feia, todos os dias, inseparavelmente, não sou eu.

Trate seu amor como seu melhor amigo, e pronto. Quem disse que é bom dividirmos a vida com alguém que tem conselho pra tudo, soluções sensatas, mas não consegue rir quando tropeça?

Alguém que sabe resolver uma crise familiar, mas não tem a menor idéia de como preencher as horas livres de um fim de semana.

Quanto tempo faz que você não vai ao cinema?

É bem comum gente que fica perdida quando se acabam os problemas. E daí, o que elas farão se já não têm por que se desesperar? Desaprenderam a brincar. Eu não quero alguém assim comigo. Você quer?

Espero que não.

Tudo que é mais difícil é mais gostoso, mas… a realidade já é dura; piora se for densa. Dura, densa, e bem ruim. Brincar é legal. Entendeu?

Esqueça o que te falaram sobre ser adulto, tudo aquilo de não brincar com comida, não falar besteira, não ser imaturo, não chorar, não andar descalço, não tomar chuva.

Ser adulto não é perder os prazeres da vida – e esse é o único “não” realmente aceitável. Teste a teoria. Uma semaninha, para começar. Veja e sinta as coisas como se elas fossem o que realmente são: passageiras.

Acorde de manhã e decida entre duas coisas: ficar de mau humor e transmitir isso adiante ou sorrir… Bom mesmo é ter problema na cabeça, sorriso na cabeça e paz no coração!

Aliás, entregue os problemas nas mãos de Deus e que tal um cafezinho
gostoso agora? “A vida é uma peça de teatro que não permite ensaios”.
“Por isso cante, chore, dance e viva intensamente antes que a cortina se feche”.

leandro.marcucci Outros

Como (não) motivar a sua equipe

11, setembro, 2009

Durante décadas, se não séculos, os administradores e gestores em geral sempre tiveram uma certeza: Para ter resultados você tem que motivar sua equipe, bonificando-os quando alcançam os resultados.

Parece bastante coerente este pensamento, e realmente é. Não reconhecer o comprometimento de sua equipe e os grandes resultados por eles alcançados não é só pouco humano como também uma grande falha de um líder. A recompensa é algo importante.

Agora vem o porém: lembre-se, recompensa não é pressão! Esse é o ponto em que o mercado hoje falha em perceber, e falha feio. Pressão em ambientes inovadores pode destruir toda a possibilidade de criativadade. Se você considera sua equipe inteligente e se o trabalho de sua equipe exige um mínimo de esforço intelectual, pressão (ou motivação que gere pressão) vai invariavelmente levar sua equipe a um desempenho menor. Você vai ficar frustado.

O vídeo abaixo mostra exatamente este fato, com número e exemplos. Ele explica a diferença entre motivação interna e motivação externa. Mostra a diferença de uma equipe comprometida com um problema que precisa de solução, e não comprometida com alcançar um bônus ou evitar de ser punido. Vale a pena ver.

Esse vídeo foi enviado pelo Jaime Schettini para nossa lista interna de discussão. Obrigado Jaime pelo vídeo!

Rodrigo Machado Auto-gestão

Os 4 Estágios

4, setembro, 2009
Há algum tempo estou me preparando para enfrentar a preguiça e retomar o hábito de postar minhas visões e experiências. Acredito que não só o momento bom que estou passando como também o tema em que vou abordar neste post são um grande incentivo para que eu possa estabelecer novamente o hábito de escrever e de quebra compartilhar as 4 fases necessárias para se tornar “inconsciente e habilidoso”, seja no esporte , no trabalho, na implantação de uma metodologia ágil ou em qualquer outro campo. Vou tentar de forma consciente, explicar algo que acontece durante o período de inconsciência desde que você tenha por hábito a consciência. (trocadilho para engordar o post.. :P).
Antes de começar, devo esclarecer que quando digo inconsciente, estou me referindo a deixar-se levar pela rotina diária, de forma automática, baseado em conhecimentos passados ou sem atinar-se de que está fazendo a mesma coisa repetitivamente e esperando resultados diferentes. Devo também esclarecer que li sobre estes estados no famoso e recomendado livro “O Monge e o executivo” e por isso resolvi fazer essa contextualização com base na minha experiência com Scrum.
1ª fase : Inconsciente e sem habilidade

São as empresas/pessoas que desconhecem as metodologias ágeis(inconsciente) E nunca colocaram em prática (sem habilidade). Estas geralmente estão sendo movidas no automático em vez de manual e estão inteiramente dependentes das variações do mercado. Por ser um estágio inicial em que não se visualiza nada e nem problemas para resolver é bem provável que qualquer tentativa de mudanças por terceiros cause muita discussão, mas isso é inevitável, visto que a consciência é o requisito mínimo para avançar a próxima fase.

2ª fase : Consciente e sem habilidade

As Empresas/Pessoas que reconhecem este estado estão sempre buscando novos caminhos e trazendo o que há de melhor para o seu estabelecimento. É quando se toma consciência de que há um problema mas não sabe como fazer para resolve-lo, então começa a buscar e visualizar as possíveis soluções com maior abertura a mudança. As coisas aqui soam um pouco surpreendentes por conta da consciência adquirida e a falta de habilidade para a execução. É o estado em que as empresas/pessoas procuram por auxílio externo para aplicar uma nova forma de trabalho que traga resultados palpáveis à empresa.

3ª fase : Consciente e habilidoso

Aqui é onde começamos a visualizar o ROI das ações que tomamos durante os estágios passados acrescidos da habilidade de praticar que adquirimos. Assim acontece nos primeiros meses após a aplicação do Scrum , somos capazes de palpar as mudanças e os benefícios trazidos pela metodologia, mas ainda não transformamos todo esse conhecimento e habilidade em uma cultura dentro da organização. Não temos de fato uma mudança cultural na empresa e nas pessoas que a compõem.
Este é um estágio perigoso em que temos sinais de que as coisas mudaram para melhor e que já existe de fato um processo consolidado. Entretanto, o excesso de confiança pode colocar tudo a perder. É aqui que entramos no quarto e último estado.

4ª fase : Inconsciente e Habilidoso

É a fase onde consolidamos uma cultura, um hábito ou mesmo um condicionamento. O aprendizado chega a nível celular e se torna parte do nosso comportamento ou como o quarto estágio sugere “Inconsciente e Habilidoso”. A partir deste momento, os resultados positivos do Scrum passam a não ser mais uma surpresa para a empresa/pessoas. As coisas simplesmente acontecem.
É importante lembrar que o quarto estágio é apenas o fim de um ciclo que se repete constantemente e evolutivamente. Portanto, ao deparar-se com problemas aparentemente sem solução, talvez seja importante reler este post para recomeçar o processo de tomada de consciência.
Estes 4 estágios retratam bem as fases necessárias para se atingir a excelência na implantação e manutenção de metodologia ágeis como o Scrum. É inegável que há muitas coisas a dizer nas entrelinhas deste tema, mas isso fica para os próximos posts. : )

Valder Zacarkim Comunicação